Dec 01

Não escrevo aqui faz um mês!

Não por preguiça, mas porque ainda não juntei informações mais completas sobre o que eu tenho feito ultimamente: estou concluindo o processo de obter visto para a Rússia e resolvendo transporte na Romênia. No momento apropriado eu publicarei sobre esses assuntos.

Por enquanto, eu tive que tomar uma decisão: excluí Salzburg do roteiro em prol de uma maior dedicação aos países do Leste. Acho que a Áustria merece uma viagem focada, com direito ao sul da Alemanha…

Mas surgiu uma novidade, que tem muito a ver com meu gosto pela história: lendo sobre a Romênia, descobri que boa parte de sua história está muito ligada aos impérios romanos, bizantino e otomano.

Assim, a versão mais atual do roteiro de minha viagem é (partindo de Viena): Bratislava, Budapest, Cluj-Napoca, Brasov, aeroporto de Bucarest, Moscou, Praga e de volta a Viena, pro David voltar pra casa dele, em Paris…

De Viena, continuarei a viagem sozinho e irei a Istambul, para tentar conhecer um pouco mais das origens da cultura da Europa Oriental.

Brindes:

Link sobre a Catedral de Santa Sofia;

Video sobre o império bizantino do History Channel

Já-já tem mais…

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Nov 02

Na entrada do prédio que abriga o museu, há um aviso: proibido fotografar.

Pensei com meu zíper: eu já entrei em museus bem mais famosos e tirei fotos sem problemas. O que será que há aí de tão valioso? Mais valioso que os quadros de Matisse que eu vi na Pinacoteca de São Paulo mês passado? Mais valioso que ciprestes de Van Gogh e as sombras de Rembrandt que eu apreciei longamente a um palmo do meu nariz no Museu Metropolitano de Nova Iorque? Duvido…

Problemas com direitos autorais? Medo de alguém arremessar uma máquina fotográfica na cara do D. Pedro I, idealizado naquele célebre quadro às margens plácidas do Ipiranga?  Há lugares onde somente é permitido fotografar sem flash, como no Louvre, na Capela Sistina ou na gruta de Altamira, pra não estragar as obras. Compreensível. Parece que há museus que cobram ingresso para quem quiser entrar com câmera… Imaginei até o Odorico Paraguassu nomeando o Dirceu Borboleta para diretor do museu, e na falta de preparo resolveu proclamar regras descabidas.

Enfim, matutei, matutei e não cheguei a uma conclusão plausível… o fato é que eu voltei da porta e não sei como é o tal Museu do Ipiranga por dentro. Se alguém souber porque não pode tirar fotos lá dentro, por favor me faça saber. Valeu.

Parque da Independencia 6

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Oct 22

Como bom tecnófilo, não pude deixar de avaliar o arsenal disponível no mercado para me ajudar na viagem ao Leste Europeu que farei em 2010. Imagine a situação: eu dirigirei, voarei e andarei por países com línguas que definitivamente não domino e que talvez ainda não estejam muito acostumados a receber turistas – notadamente a Eslováquia, Hungria, Romênia e Rússia. A Rússia é o pior dos casos porque eu não estou acostumado a ler alfabeto cirílico. O Romeno é uma língua latina que até dá pra entender alguma coisa.
Mas isso tudo é desculpa! O ponto é que eu andei fuçando no iTunes Store, no Google, perguntando a amigos que viajam com frequência e que mochilaram recentemente.
Procurei aplicativos para o iPhone e serviços na Internet para me ajudar na viagem, desde o planejamento até a execução, e selecionei alguns bem interessantes:

Vou começar apresentando o WorldMate (dica do meu amigo Luis Rabello) – serviço que permite registrar seus vôos em sua conta. Pelo iPhone você acompanha a condição do clima de cada cidade, câmbio na moeda local e comparado com outras moedas que você selecionar, calculadora de gorjeta da cidade onde você estiver, informações sobre o portão de embarque, a esteira de recuperação de bagagem na chegada, procura de hotéis e carros, e até vôos alternativos! Tudo pelo site ou no iPhone! E tem também um recurso bacana de registro dos vôos por email, bastando encaminhar o eTicket, te poupando do trabalho de digitar dados de cada trecho aéreo. A versão “Gold” mostra situação atual dos vôos – útil pra saber se algum foi cancelado, se está atrasado ou o que for…

WorldMate mostrando tempo em Viena e entrada para o plano de viagem.

WorldMate mostrando tempo em Viena e entrada para o plano de viagem.

WorldMate na web, mostrando detalhes de um trecho aéreo

WorldMate na web, mostrando detalhes de um trecho aéreo

Outro muito legal é o “Google Street View” – nome não oficial do recurso de ver fotos das ruas que estão mapeadas no Google Maps. Dos lugares por onde passarei, este recurso só está disponível em Praga, mas me foi muito útil para eu saber como é cidade, a cara dos pontos de ônibus e metrô e as redondezas do hotel, pra confirmar o que dizia a propaganda sobre a beleza e tranquilidade da rua do hotel. Deu até pra “sair da cidade” e ter uma noção da qualidade das estradas. Nota dez pro serviço do Google e também pra qualidade das estradas da periferia de Praga!

O LonelyPlanet, que vende guias de viagens em formato de livros, está lançando versões para o iPhone. Por enquanto só tem City Guide de Praga… Uma pena, porque o Guia é muito bom, bastante completo com informações sobre a história, hábitos, dicas, mapas offline (importantíssimo!), principais eventos do ano, o que tem nas redondezas… enfim, bem completo e cabe na palma da mão… Cada guia custa 15 doletas,

Achei concorrentes do LonelyPlanet, com guias para as cidades que eu planejo ir: Whatever TravelTo e o ProGuides tem guias de Bratislava, Budapest, Cluj-Napoca, Sibiu, Moscou… não são tão completos e bonitos quanto o guia do LonelyPlanet mas são bem mais baratos, tem recursos de mapa offline e estão me ajudando a entender essas cidades e me preparam sobre o que esperar delas.

Tem aplicativos específicos mostrando mapas do metrô de Moscou, guias de frases em russo e diversos mapas offline de cidades, a preços convidativos (alguns menos de um dólar – alguns não custam nada e não são bons)…

O que mais me chamou atenção nesses serviços é que não dependem de você ter acesso à rede celular, evitando pagamento de altas taxas de roaming internacional. Mas se você estiver a fim, esses guias usam o GPS do iPhone, te localizam no mapa e te dizem as atrações, metrô, restaurantes museus etc que estão por perto!

É claro que eu vou usar estes recursos ao longo da viagem e contarei minhas impressões.

Vários guias de viagem no iPhone!

Vários guias de viagem no iPhone!

Stay tuned!

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Sep 13

Uma curiosidade da Vila Madalena…

O “Beco do Batman”, que parece mais um trem-fantasma a céu aberto, é uma ruazinha estreita de curvas fechadas, com as paredes das casas cobertas de grafites.

É comum você chegar lá num sábado e encontrar turmas de cursos de fotografia ou cinema aproveitando o visual bem diferente do local!

Passe lá numa tarde, antes de você almoçar por ali por perto, mesmo, na Rua Harmonia…

Fotos:

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Beco do Batman - Vila Madá

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Gincana: encontre este vaso!

No Google Maps:  ”Rua Gonçalo Afonso, Pinheiros, Sao Paulo, SP”

Beco do Batman - Rua Gonçalo Afonso

Beco do Batman - Rua Gonçalo Afonso

Para chegar lá pela Rua Henrique Schaumann (por exemplo, saindo da Praça Benedito Calixto):

Beco do Batman, pela Henrique Schaumann

Beco do Batman, pela Henrique Schaumann

Para chegar pela Rua Pedroso de Moraes, subindo a R. Inácio Pereira da Rocha:

Beco do Batman, pela Inácio

Beco do Batman, pela Inácio

Aproveite o passeio!

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Aug 30

De vez em quando surgem por aí mensagens listando “programas imperdíveis de Sampa”, “n coisas para fazer em São Paulo” e congêneres.

Theatro Municipal

Theatro Municipal

Quando eu comecei a conhecer a cidade, eu usei uma dessas como referência, e foi bastante útil. Não que eu tivesse ido a cada local listado, mas selecionei os que me pareceram agradáveis, e de uma maneira geral as dicas são muito boas.

Reproduzo uma delas aqui, sem compromisso com opiniões expressas ou correção dos endereços, telefones e sites…

1. Provar o bolinho de bacalhau e o chope do Bar do Leo, que, desde 1940, sai religiosamente abaixo de zero grau e com colarinho, na rua Aurora, 100, em Santa Ifigênia.

2. Experimentar os docinhos de festa da doceira Di Cunto, na rua Borges de Figueiredo, 61, na Mooca.

3. Devorar uma pizza calabresa no Castelões, na rua Jairo Góes, 126, no Brás, com um bando de amigos.

4. Almoçar nas bancas de comidinhas das feiras de antiguidades das praças Benedito Calixto, em Pinheiros, e Dom Orione, no Bexiga, que acontecem no sábado e no domingo, respectivamente

5. Circular pelas bancas do Mercado Municipal, na avenida do Estado, e consumir, sem medo de ser feliz, toda a sorte de guloseimas que encontrar pela frente
(http://www.mercadomunicipal.com.br)

6. Comer uma das especialidades do Bar Sujinho, o frango caipira, a qualquer hora da madrugada. A salada de repolho já faz parte do couvert. Coma sem preconceitos, é divina.
O Sujinho fica na rua da Consolação, 2063.
Telefone: (11) 3231 5487

7. Deliciar-se com os irresistíveis sorvetes da Häagen Dasz. A loja mais charmosa da rede fica na Rua Oscar Freire, 900, Jardins. Telefone: (11) 3062 1099

8. Tomar vários copos de mate com leite espumante no Rei do Mate da avenida São João, 530. Telefone: (11) 222 7504
(http://www.reidomate.com.br)

9. Comer qualquer item do cardápio 100% árabe do Almanara da rua Basílio da Gama, 70, no Centro – só a decoração anos 50 já vale a empreitada.
Telefone: (11) 3257 7580 ( http://www.almanara.com.br )

10. Ir ao brunch do Empório Santa Maria, na avenida Cidade Jardim, 790, aos sábados e domingos, e sentir-se no Dean&Deluca de Nova York. Telefone: (11) 3706 5211

11. Dar um pulinho no Rancho da Empada, na Rua Sena Madureira, 357, na Vila Mariana.
As de camarão e palmito são incomparáveis.
Telefone: (11) 5579-5330

12. Provar o penne com melão e presunto cru do Spot, na Rua Ministro Rocha Azevedo, 72, em meio ao clima mais hollywoodiano de São Paulo e não dispensar as profiteroles. Telefone: (11) 3284 6131

13. Deleitar-se com os quindins, cocadas e beijinhos da Doceira Modelo, na rua Padre Raposo, 77, na Moóca.
Telefone: (11) 6692 3196

14. Resistir, se puder, ao tradicional Bauru do Ponto Chic do Largo Paissandu. Telefone: (11) 222 6528

15. Deixar o regime de lado e atacar os generosos sundaes e bananas splits da Sorveteria Alaska , na rua Dr. Rafael de Barros, 70, no Paraíso. O chantilly é simplesmente divino. Telefone: (11) 3889 8676

16. Se abastecer de pães, frios e cia. na Padaria São Domingos, na Bela Vista , e sentir-se na Itália enquanto escolhe o que levar entre os comestíveis que “decoram” a casa.
Fica na rua São Domingos, 330. Telefone: (11) 3104 7600 http://www.bixiga.com.br/telas/padarias.htm

17. Tomar milk shake com leite maltado no Rocket’s, na Alameda Lorena, 2090, enquanto ouve os hits dos anos 50 nas mini-jukebox dispostas sobre as mesas.
Telefone: (11) 3081 9466

http://www.rockets.com.br

18. Deliciar-se com os bolos e pães preparados pelos monges do Mosteiro de São Bento. O Bolo Santa Escolástica é a melhor pedida. Telefone: (11) 228-3633

19. Provar qualquer prato absurdamente generoso do Gigetto, na Rua Avanhandava, 63, e correr o risco de cruzar com figurinhas carimbadas do circuito teatral da cidade.
Telefone: (11) 256 9804

20. Comer muitas empanadas e curtir a muvuca organizada do Bar das Empanadas, na rua Wisard, 489, na Vila Madalena. Telefone: (11) 3032 2116

21. Provar o sensacional filé coberto com muito alho do Filé do Moraes da praça Júlio de Mesquita, no centro da cidade.

http://www.filetdomoraes.com.br

22. Conferir toda a tradição do Capuano, restaurante italiano fundado em 1912. Fica na rua Conselheiro Carrão, 416, no Bexiga. Telefone: (11) 288-1460

23. Degustar, sem peso na consciência, a dobradinha pastel de feira com caldo de cana em qualquer feira livre da cidade – de preferência na do Pacaembu, que acontece de segunda a sábado em frente ao estádio.

24. Comer um beirute no Joakin´s, que serve os melhores de São Paulo há 31 anos, na rua Joaquim Floriano, 163. Telefone: (11) 3168 0030

25. Passar pela Cidade Universitária só para saborear o cachorro quente do Super Hot Dog. Fica na Rua do Estádio, Travessa C, logo atrás do Crusp

26. Tomar café expresso com pão de queijo no Café Girondino, nas imediações do Mosteiro de São Bento. Fica na Rua Boa Vista, 365, Telefone: (11) 229-4574

27. Comer o quanto puder no rodízio da churrascaria Fogo de Chão, na avenida Moreira Guimarães, 964, em Moema. Telefone: (11) 5530 2795

28. Tentar descobrir quem tem a melhor esfiha, o Jáber ou o Catedral. Os dois ficam quase lado a lado, na rua Domingos de Morais, no Paraíso – o Jáber no número 86 e o Catedral no 54

29. Provar o porpettone do Jardim di Napoli, na Rua Dr. Martinico Prado, 463, em Higienópolis. Telefone: (11) 3666 3022

30. Gastar todas as suas economias num jantar no Massimo. É caro, muito caro, mas vale a pena. O restaurante fica na Alameda Santos , 1826.
Telefone: (11) 3284 0311

31. Tomar um breakfast supernatureba no Parque da Água Branca aos sábados de manhã e aproveitar para visitar a feirinha de produtos orgânicos que rola no local

32. Tentar resistir aos caprichados docinhos da Cristallo.
Rua Oscar Freire, 914. Telefone: (11) 3082 1783

33. Correr para a Vila Madalena num sabadão ensolarado para comer (quase ao ar livre) em algum dos pontos mais concorridos do bairro, como o Bar do Sacha ou o Jacaré.

34. Nada mais paulistano que uma boa pizza, certo? O Pedaço da Pizza, como o próprio nome já indica, serve a iguaria em pedaços. O melhor: fica aberto até altas horas da madrugada. Fica na Rua Augusta, 2931. Telefone:(11)3891 2431

35. Surpreender-se com a mesa inacreditavelmente farta do As Mestiças. Nessa casa de chá em Moema, o cliente paga um preço fixo e tem direito a pães, bolos, salgadinhos, doces, chás, sucos…
Alameda dos Aicás, 50.
Telefone: (11) 5051 2547

36. Assistir a um concerto na Sala São Paulo , na antiga estação Júlio Prestes, que tem uma das melhores acústicas da América Latina. Telefone: (11) 3337 5414

37. Assistir a uma peça, um balé ou um concerto no Teatro Municipal e sentir-se no Ópera de Paris.
Telefone: (11) 223 3022

http://www.prodam.sp.gov.br/theatro/index.html

38. Assistir a qualquer filme na Sala Cinemateca, que fica no antigo matadouro da Vila Mariana, na rua Senador Raul Cardoso, 207.
Telefone: (11) 5084 2177

http://www.cinemateca.com.br

39. Peregrinar até o Teatro Alfa, ao lado da Ponte Transamérica da marginal Pinheiros, para curtir qualquer um dos espetáculos sensacionais que acontecem no local.
Telefone: (11) 5693 4000

http://www.teatroalfa.com.br

40. Pode até parecer um programa batido, mas uma visita ao Masp é realmente um programa obrigatório.
Avenida Paulista, 1578.

41. Ir a um ensaio da escola de samba Vai Vai. A quadra fica na Praça 14 Bis, no Bexiga

http://www.vaivai.com.br

42. Conferir a programação do Centro Cultural Banco do Brasil, na Rua Álvares Penteado, 112, centro da cidade.
Telefone: (11) 3113 3651

43. Pegar um cineminha no Espaço Unibanco, reduto dos cinéfilos paulistanos.
Rua Augusta, 1475, Consolação.
Telefone: (11) 688-6780

44. Conferir as obras de arte do MAM (Museu de Arte Moderna), que fica dentro do parque do Ibirapuera e do MAC (Museu de Arte Contemporânea), que fica dentro da USP

45. Dar uma passadinha no Museu Lasar Segall, que funciona no imóvel que serviu de residência ao artista até sua morte, em 1932, fincado na Rua Berta – que abriga as primeiras construções modernistas do Brasil
(http://www.spguia.com.br/museus/lasarsegall/lasarsegall.html )

46. Visitar o Museu de Arte Sacra, na avenida Tiradentes, 676, e…
(http://www.saopaulo.sp.gov.br/saopaulo/cultura/museus_sacra.htm)

47. …aproveitar o passeio para conhecer a Pinacoteca
http://www.uol.com.br/pinasp , também na avenida Tiradentes

48. Conhecer o Centro Cultural do Liceu de Artes e Ofícios, na Rua da Cantareira, 1351, fundado em 1873.

49. Manter-se antenado na programação eclética do Sesc Pompéia (http://www.sescsp.com.br/sesc ), na rua Clélia, 93

50. Procurar preciosidades na biblioteca Mário de Andrade, na Praça Dom José Gaspar http://www.prodam.sp.gov.br/bib/mario

51. Visitar o belo (e pouco conhecido) Teatro São Pedro, construído em 1917. Fica na Rua Barra Funda, 171. Telefone: (11) 3823 9660

52. Levar as crianças na Sala Disney do Cinemark do Shopping Santa Cruz. Lá são exibidos somente filmes infantis, e a decoração vai fazer a alegria dos pequenos. Rua Domingos de Morais, 2564, na Vila Mariana. Telefone: (11)34718066

53. Conhecer o Teatro Oficina, na rua Jaceguai, 520, epicentro de manifestos vários nos anos 60 http://www.dialdata.com.br/oficina

54. Conferir a biblioteca do Centro Cultural São Paulo, na rua Vergueiro, 1000

http://sampa3.prodam.sp.gov.br/ccsp/ccsp/index0.htm

55. Sentir-se num pedacinho do Japão no bairro da Liberdade. O ideal é fazer a visita aos domingos, quando acontece uma animada feirinha ao lado do Metrô Liberdade

56. Dar uma volta na linha de ônibus Machado de Assis – Cardoso de Almeida (408P), que passa por alguns dos pontos mais interessantes da capital. O ponto de partida é na praça da rua Machado de Assis, no bairro da Aclimação

57. Passear pela Praça. Vilaboim, em Higienópolis, no sábado à tarde, com direito a uma parada estratégica na banca de jornal. (E SENTAR NUM BARZINHO Q TEM POR ALI PARA UM HAPPY)

58. Conferir a vista privilegiada do Bar do Jockey, na av. Linneu de Paula Machado, 1263, cercado de figurinhas da high society paulistana
http://www.hcj.com.br OTIMO!!!!!

59. Visitar o Parque da Luz, na av. Tiradentes, que passou recentemente por uma recuperação como poucas realizadas na cidade

http://www.prodam.sp.gov.br/dph/servicos/rotjdluz.htm

60. Ir a uma festa de arromba no Bar do Hotel Cambridge, que fica na Av.Nove de Julho, 216 (http://www.cambridgehotel.com.br)

61. Ver o show dos padres do canto gregoriano no Mosteiro de São Bento, no Largo de São Bento, que acontece aos domingos, às 11h da manhã http://www.mosteiro.org.br/

62. Ir ao Parque do Ibirapuera, na av. República do Líbano, durante a semana num dia de sol http://www.prodam.sp.gov.br/ibira/historico.htm

63. Tomar chá da tarde na Fundação Maria Luiza e Oscar Americano, na av. Morumbi, 4077, uma das boas coisas do Morumbi (http://www.fundacaooscaramericano.org.br/)

64. Suar na matinê de domingo da boate A Lôca, na rua Frei Caneca, 916. Telefone: (11) 3159 8889 ( http://www.aloca.com.br)

65. Conferir como ficou bonita a Catedral da Sé depois da reforma.

66. Matar o tempo no bar do Cinesesc, na rua Augusta 2075, antes do filme começar. Telefone: (11) 3082 0213

67. Curtir o clima ” Beverly Hills é aqui” da rua Oscar Freire, na porção mais efevercente dos Jardins

68. Ir às festas gênero “mamma mia” das igrejas Achiropita, na rua 13 de Maio, 478, na Bela Vista (realizada aos finais de semana do mês de agosto), São Vito, na rua Poliana Amare, 51, no Brás (no dia 15 de junho), e São Genaro (no dia 19 de setembro), na Moóca

69. Encostar o carro na Praça do Pôr do Sol, no Alto de Pinheiros, no finalzinho de uma tarde de verão. A vista é fantástica…

70. Checar os últimos lançamentos e tomar um cafezinho na Livraria da Vila, na rua Fradique Coutinho, 915, na Vila Madalena. Telefone: (11) 38145811

71. Testemunhar um casamento nas charmosas capelas São José, na rua Dinamarca, no Jardim Europa, e São Pedro e São Paulo , na rua Pe. José Glieco, 111, no Morumbi

72. Mergulhar no universo paralelo criado pelas habitués da Daslu, a butique mais exclusiva da cidade, fincada na rua Júlio Diniz, 56, na Vila Nova Conceição

73. Visitar o Museu da Imigração e tentar descobrir as suas origens (http://www.memorialdoimigrante.sp.gov.br/Inicial.html ). Fica na rua Visconde de Parnaíba, 1316, na Moóca

74. Meditar no templo zen da rua São Joaquim, 273, na Liberdade.Telefone: (11) 278 4515

75. Visitar as lojas da livraria Cultura e os cinemas em meio ao clima cinquentinha do Conjunto Nacional ( http://www.livcultura.com.br), na av. Paulista, 2073

76. Embarcar num programa em família no Simba Safári, que agora está menos emocionante, com os animais presos, mas ainda vale uma visita. Av. do Cursino, 6338

77. Dar um pulinho até a Zona Sul para conhecer o Autódromo de Interlagos e suas corridas. Fica na Avenida Senador Teotônio Vilela, 167. Telefone: (11) 5666 8822 http://www.ainterlagos.com

78. Subir até o alto da Serra da Cantareira para conhecer as trilhas do Horto Florestal. Rua do Horto, 931. Telefone: (11) 6231 8555

79. Participar do terror instrutivo do Instituto Butantã, na av. Vital Brasil, 1500. Telefone: (11) 3726 7222 http://www.butantan.gov.br

80. Assistir a um clássico no Estádio do Pacaembu, na Praça Charles Müller, sem número

81. Fazer um pit stop na boate Nostro Mundo, na Rua da Consolação, 2554 – ponto partida da São Silvestre Gay. Telefone: (11) 3259 2945 9 (deixarei constando essa dica nesta lista, afinal vivemos em uma democracia, embora necessários se faz deixar claro minha vocação por mulheres haja vista até meu lado feminino ser lésbico)

82. Caminhar pela Avenida Odila, no Planalto Paulista, famosa por suas árvores frutíferas como jaboticabeiras e cerejeiras

83. Ver “relíquias”, como a mala do Crime da Mala, encontradas no Museu do Crime, na Praça Reinaldo Porchat, 219, Cidade Universitária

84. Encarar o clássico da malhação sem frescura: a ACM Norte (http://www.acmsp.com.br ) , na rua José Amato, 39, Limão. Telefone: (11) 3966-7511

85. Passear de carro pelos armazéns antigos da Avenida Presidente Wilson, entre os bairros do Ipiranga e da Moóca

86. Fugir para algum motel da Marginal Tietê quando a chuva começa a apertar e o trânsito a ficar complicado.

87. Encarar uma noitada nostálgica no legendário Madame Satã (http://www.madamesata.com.br)

88. Passar o sábado na feirinha da Praça Benedito Calixto, em Pinheiros, e depois tomar um drink em um dos bares que ficam nas proximidades

89. Observar a fúria consumista chic do Shopping Iguatemi, na Av. Brigadeiro Faria Lima, 2232 e, no final, investir num coffee break estilo primeiro mundo no Gero Café

90. Marcar um programinha entre amigos na tradicional Pizzaria São Pedro, na rua Javari , 333, na Moóca

91. Entrar no embalo das noites regadas a litros de chopp no Bar Pirajá, na rua Nova Faria Lima, 64, em Pinheiros. Telefone: (11) 816 6413

92. Passear de bicicleta em pleno Minhocão. Nos finais de semana, o trânsito de veículos é proibido no local. Se você não tem bicicleta, é possível alugar uma por lá

93. Enfrentar filas homéricas para brincar nas atrações do Playcenter, na rua Dr. Rubens Meirelles, 380
(http://www.playcenter.com.br)

94. Curtir o verde do pequeno mas simpático Parque da Aclimação, na rua Muniz de Souza, 1119, na Aclimação

95. Passar a noite de sábado na Vila Olímpia, cujos bares e boates reúnem a maior concetração de mauricinhos e patricinhas da capital paulista

96. Presenciar um jogo do Juventus no estádio da rua Javari

97. Visitar o Hotel Normandie, na av. Ipiranga, 1187, no Centro, e aproveitar para bebericar alguma coisa no bar
(http://www.bdh.com.br/hoteis/normandie/indexp.htm)

98. Aproveitar a tranqüilidade do Parque Siqueira Campos, mais conhecido como Trianon, um pedacinho de Mata Atlântica em plena Avenida Paulista 99. Pegar o trenzinho histórico que parte da estação da Luz, na Pça. da Luz, rumo a Paranapiacaba

100. Dançar bastante no after hours do Susi in Transe, que começa às 8h da manhã. Fica na rua Vitória, 810, centro

101. Se acabar com o samba rock do Green Express, na Avenida Rio Branco, 90, centro. Ainda dá para comprar ótimos vinis no local

102. Percorrer a via-sacra paulistana, na avenida Nazareth , Ipiranga, abarrotada de que igrejas e colégios católicos

103. Observar o pessoal que faz bungee jump/rapel no viaduto da Avenida Doutor Arnaldo sobre a Avenida Sumaré

104. Ir aos jardins do Museu do Ipiranga, na av. Nazaré, s/n, e fazer de conta que está no Jardim de Luxemburgo, em Paris

105. Conhecer a trilha das boates baixo nível e o caos arquitetônico da Amaral Gurgel, bem embaixo do Minhocão

106. Conhecer o prédio do iG, na rua Amauri, 299, no Itaim

107. Andar de bicicleta por bairros mais tranqüilos e arborizados, como o Alto da Lapa ou o Jardim Europa

108. Mergulhar no mar de flores do Ceagesp, na rua Gastão Vidigal, 1946, de preferência na sexta-feira de manhã, quando os preços são bem mais em conta do que no sábado e o movimento, um pouco menor

http://www.ceagesp.com.br

109. Dar uma voltinha pelo Parque Burle Marx, na av. Dona Helena Pereira de Morais, 200, no Morumbi

110. Em qualquer passeio de metrô, fazer uma parada estratégica na estação República do metrô para observar os painéis de Antônio Peticov

111. E já que o assunto é metrô, a estação Sumaré também vale uma visita, pela vista e também pelos painéis de Alex Fleming

112. Fazer um tour histórico pela Ladeira da Memória, que fica na saída da rua Xavier de Toledo da estação Anhangabau do metrô, e que abriga o primeiro monumento público de São Paulo : um obelisco em forma de pirâmide erguido em 1814

113. Conhecer os casarões de Campos Elíseos, na região central – e perceber que, mesmo abandonados e transformados em cortiços, ainda conseguem conservar parte de sua beleza

114. Ficar boquiaberto com os contrastes do Jardim Ângela – que concentra, de um lado, mansões que abrigam parte da nata da sociedade da zona Sul e, do outro, a área considerada a mais violenta da capital paulista

115. Curtir o visual do alto do Terraço Itália (av. Ipiranga, 344, 41º e 42º andar) durante um jantar incrementado com baixelas de prata

116. Aproveitar o clima de praia da represa de Guarapiranga, na zona Sul

117. Encontrar toda a sorte de folhas milagrosas, utilizadas nos mais variados tipos de chás medicinais, no Largo da Batata, em Pinheiros

118. Ir até o Mirante da Lapa e conferir um visual cinematográfico deitado no gramado

119. Visitar o jardim que fica no alto do prédio do Banespa da Praça do Patriarca, no centro da cidade. A entrada é gratuita, e o local está aberto para visitação de segunda à sexta, das 10h às 17h.

120. Visitar todas as lojas da Galeria do Rock, na rua 24 de Maio, 62, e aproveitar a viagem para conhecer a galeria vizinha e comprar todos os CDs importados que o seu bolso deixar

121. Comprar coisas absurdas na Galeria Ouro Fino, na rua Augusta, 2690 e, se for o caso, aproveitar para investir em uma tatuagem ou em um piercing

122. Garimpar úteis-fúteis no Promocenter da rua Augusta com a Luís Coelho http://www.promocenter.com.br

123. Comprar flores no Largo do Arouche

124. Se entregar a um dia de consumo selvagem no circuito José Paulino, 25 de Março e ladeira Porto Geral

125. Conferir o sortimento high-tech e as baciadas da Galeria Pajé, na rua 25 de Março

126. Comprar revistas na banca da avenida São Luiz com a Ipiranga

127. Vasculhar o acervo de CDs da Pop´s Music, na rua Teodoro Sampaio, 763, loja 4

128. Conferir o acervo do Sebo Messias, o mais tradicional da cidade, com seus corredores estreitos e toda a sorte de relíquias. Fica no centro da cidade, na praça João Mendes, 166 http://www.terravista.pt/enseada/4538/

129. Divertir-se com os contrastes da Loja de Velas Santa Rita, na Praça da Liberdade, 248, que, de um lado, oferece santinhos católicos e, do outro, os ícones máximos do candomblé ( http://www.srita.com.br/ )

130. Conferir as novidades do Sex Shop Ponto G, na rua Amaral Gurgel, 206. Telefone: (11) 223 3011

131. Conferir o universo eletrônico da rua Santa Ifigênia e aproveitar o passeio para encontrar tudo, tudo mesmo, no quesito eletrônicos.

132. Encararar, com um sorriso nos lábios, as promoções imperdíveis do Shopping D, na av. Cruzeiro do Sul, 1100

133. Pechinchar correntinhas, anéis e pulseiras na rua do Ouro, também conhecida como rua Barão de Paranapiacaba, no centro da cidade.

134. Fazer o circuito das lojas de decoração da al. Gabriel Monteiro da Silva

135. Ir até a rua das Noivas, ou rua São Caetano, e encontrar tudo sobre o tema

136. Passar a tarde ouvindo CDs e folheando livros na gigantesca Fnac de Pinheiros. Fica na Avenida Pedroso de Moraes, 858. Telefone: (11) 3097 0022

137. Garimpar roupas das melhores grifes do brechó Trash Chic. Fica na Rua Carlos de Carvalho, 95, Itaim. Telefone: (11) 3167 4331

138. Comprar bijuterias e objetos de decoração na feira hippie da Praça da República, que acontece todos os domingos

139. Abastecer-se de produtos importados na Casa Santa Luzia, o supermercado mais chique da cidade. Fica na Alameda Lorena, 1471, Jardins.

140. Subir até a sobreloja do número 176 da Rua Sete de Abril, no centro. Lá estão diversas lojas especializadas em vinis. Ótima pedida para encontrar aquela raridade

141. Fazer o circuito das lojas de decoração da Alameda Gabriel Monteiro da Silva, no Jardim Europa

142. Passear pelas três unidades da Livraria Cultura no Conjunto Nacional. Fica na Avenida Paulista, 2073

143. Conferir o estilo art nouveau do Teatro São Pedro, na rua Barra Funda, 171

144. Deslumbrar-se com a arquitetura gótica do prédio que abriga a Santa Casa desde 1886. Fica na rua Cesário Motta Júnior, 112, na Vila Buarque

145. Se arrepiar ao avistar o prédio art deco da Secretaria de Esportes e Turismo, na Praça Antônio Prado, nº 9, próximo à rua São Bento, no centro.

146. Analisar a arquitetura kitsch do Motel Faraós, na entrada da Via Anchieta, enquanto curte uma noite, no mínimo, bizarra

147. Incorporar um caça-vampiros antes de visitar os túmulos grã-finos do Cemitério da Consolação

148. Percorrer a av. Ipiranga para ter a vista mais incrível do histórico Edifício Copan , assinado por Oscar Niemeyer

149. Conhecer um dos mais famosos verticais da cidade, o edifício Treme-Treme, na Rua Paim, Bela Vista

150. Conferir a arquitetura art noveau do Colégio Santa Inês, na Rua Três Rios, 362, no Bom Retiro

151. Visitar o mirante do prédio do Banespa, um dos cartões postais mais populares de São Paulo , na rua João Bricola, 24

152. Surpreender-se com o vão livre do MASP (Museu de Arte de São Paulo – Assis Chateaubriand), na avenida Paulista, 1578 http://www.masp.art.br/

153. Conhecer o mórbido prédio do Dops, vizinho à Estação Julio Prestes, agora transformado em Centro Cultural. Fica no Largo General Osório, 66

154. Percorrer, a pé, a trilha das mansões das arborizadas ruas do Jardim América, um dos bairros residenciais mais charmosos da zona Sul de São Paulo

155. Dar uma espiada na casa de Armando Álvares Penteado, na rua Maranhão, 86, uma das construções mais refinadas da cidade a seguir o estilo art noveau. Atualmente a casa abriga as turmas de pós-graduação da FAU (Faculdade de Arquitetura e Urbanismo)

156. Visitar o magnífico palacete da Vila Itororó, hoje transformado em cortiço. O acesso é feito pela rua Martiniano de Carvalho, na Bela Vista

157. Conhecer o Pátio do Colégio, no centro da cidade, onde tudo começou

158. Fazer o circuito dos prédios estilosos do bairro de Higienópolis, entre as ruas Piauí e Aracaju – os Edifícios Piauí , Bretagne e Cinderela

159. Não perder de vista o Edifício Santa Elisa em um passeio pelo Largo do Arouche

160. Ter o prazer de conhecer uma autêntica vila napolitana na rua Vitorino Camilo, no coração da Barra Funda

161. Conferir a exuberância da cúpula da Igreja Ortodoxa, ao lado do Metrô Paraíso

162. Tentar descobrir, em um passeio a pé, se os arranha-céus da Avenida Paulista são bonitos ou horrorosos

163. Conferir a cafonice chic da Igreja Nossa Senhora do Brasil, na esquina da rua Colômbia com a avenida Brasil

164. Escalar o Pico do Jaraguá para espiar o visual lá de cima

165. “Babar” com a arquitetura anos 50 da casa que, dizem, já pertenceu a Sílvio Santos, na rua Professor Fonseca Rodrigues, no Alto de Pinheiros, dona de um dos layouts mais atraentes da área

166. Observar o projeto bizarro da Casa Bola, na rua Amauri

167. Conhecer a faculdade de Direito do Largo São Francisco

168. Tomar um café no saguão do Aeroporto de Congonhas e, enquanto espera o seu vôo, apreciar os detalhes da arquitetura dos anos 50 da construção

169. Tirar uma foto do Edifício Esther, na Praça da República (tombado pelo Condephaat) e do Edifício Viadutos (com arquitetura típica dos anos 50), no final da av. São Luís

170. Visitar o Palácio das Indústrias, sede da Prefeitura, logo ao lado do Parque Dom Pedro II

171. Conhecer o Palácio dos Campos Elísios, que foi sede do governo do Estado. Fica na avenida Rio Branco, 1269

172. Visitar o Edifício Parque das Hortênsias, na av. Angélica, ícone dos anos 50 !

173. Visitar o Prédio da Bienal, no Ibirapuera, de preferência em um dia de evento ( http://www.uol.com.br/bienal/24bienal/fundacao.htm)

174. Ir até a sinagoga Beth-el, na rua Martinho Prado, 175

175. Surpreender-se como o tamanho e a arquitetura impressionante do Tribunal de Justiça, ao lado da Catedral da Sé

176. Descer a famosa escadaria da rua Cristiano Vianna, no bairro de Pinheiros , que desemboca na rua Cardeal Arcoverde

177. Entrar no pátio entre os prédios antigos da PUC (Pontifícia Universidade Católica), na rua Monte Alegre, em Perdizes, para se entregar ao ócio enquanto observa cada um dos detalhes de sua arquitetura

178. Percorrer as lojas do Shopping Light, no Viaduto do Chá

179. Visitar o Solar da Marquesa, ao lado do Pátio do Colégio, para ver um pouco da arquitetura colonial, típica de cidades históricas como Parati

180. Circular pelo jardim interno da Universidade São Marcos, que lembra um claustro, na avenida Nazareth , Ipiranga

181. Atravessar o viaduto Santa Ifigênia, agora livre dos camelôs

182. Descer na estação Santa Cruz do metrô só para observar os traços de dois dos colégios que fizeram sucessos nos anos dourados: o Arquidiocesano e o Madre Cabrini

183. Em um passeio pelo bairro de Perdizes, fazer paradas estratégicas no portão do Colégio Batista, na rua Dr. Homem de Mello, em Perdizes, um dos mais tradicionais da cidade, e na capela do colégio São Domingos

184. Se estiver passando pela rua General Olímpio da Silveira, nas imediações do minhocão, dar um pulo no Castelinho, umas das “pérolas” arquitetônicas da cidade que, vira-e-mexe, é invadida pelos sem-teto

185. Visitar o tradicional Colégio Sion, na avenida Higienópolis, 983

186. Conhecer o Memorial da América Latina, projetado por Oscar Niemeyer. A construção foi erguida em 1989 e não caiu até hoje nas graças dos paulistanos – que a consideram pouco convidativa.
www.memorial.org.br
Fica em frente à estação Barra Funda do metrô

187. Observar a trilha de palacetes da década de 30 no bairro do Ipiranga, na rua Bom Pastor

188. Ir até a Vila Economisadora (com “s” mesmo), na rua São Caetano, para conferir como viviam os operários no início do século XX

189. Ir até o prédio do TRT, na Barra Funda, e verificar até onde a corrupção tem relação direta com a arquitetura

190. Surpreender-se com a atmosfera pós-moderna dos edifícios da Avenida Luís Carlos Berrini, no Brooklin

191. Fazer seus pedidos ao santo das soluções imediatas na Igreja de Santo Expedito, na rua Jorge Miranda, 264, perto da estação Tiradentes do metrô

192. Admirar a extravagância do Instituto Tomie Ohtake, na Avenida Faria Lima, 201, em Pinheiros

193. Rir um pouco com a estátua totalmente desproporcional de Duque de Caxias (incrivelmente assinada por Victor Brecheret) plantada na avenida Rio Branco

194. Encantar-se com a fachada do Teatro Cultura Artística (http://www.culturaartistica.com.br), que ostenta um imenso painel de Cândido Portinari. Fica na rua Nestor Pestana, 196, centro

195. Tirar muitas fotos da Catedral da Sé, que recentemente foi restaurada

196. Conferir a imensidão do Vale do Anhangabau de cima do Viaduto do Chá

197. Visitar o prédio histórico dos Correios, no vale do Anhangabaú (Hoje é um Centro Cultural)

198. Posar para uma foto em frente ao Monumento às Bandeiras – também conhecido como “Deixa que eu empurro” -, de Victor Brecheret, em frente ao parque do Ibirapuera

199. Curtir um dos cenários mais realistas da vida em São Paulo : o emaranhado de prédios que se vê a partir do bairro da Bela Vista

200. Visitar a Casa das Retortas, próximo à sede da prefeitura, onde funciona parte da administração municipal. No passado, o local foi um importante centro cultural. Fica na Rua das Figueiras, 77.

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