Um Dia Sem Carros até que vai, mas eu não consigo imaginar 365 dias sem carros numa cidade que privilegia o transporte individual com automóveis, gastando centenas de milhões de Reais numa ponte bonitona feita com cimento, cabos amarelos e nenhuma ciclovia…
Tudo bem que os corredores de ônibus foram um avanço, mas ainda é pouco pruma cidade cujos habitantes moram e trabalham em regiões diametralmente opostas – pelos engarrafamentos das vias principais da cidade, parece que só eu moro a menos de dois quilômetros do trabalho!
Se eu conhecesse a solução disto tudo, eu não estaria aqui falando dos problemas – estaria em Estocolmo recebendo o Prêmio Nobel…
Enquanto isso, vamos apoiar a iniciativa do Um Dia Sem Carros lembrando que a solução provavelmente passa pelo desenvolvimento do transporte público e políticas urbanas para transformar as regiões centrais de Sampa em lugares dignamente habitáveis.
Para ilustrar o protesto, segue um álbum de fotos publicado hoje no UOL, mostrando o cotidiano dos que usam os trens urbanos daqui…
A atualização do Mac para a nova versão do OS X (10.6 – Snow Leopard) pode não ser tão fácil como a Apple tá dizendo:
Algumas pessoas tem reportado problemas do software de instalação não reconhecer HDs ou SSDs. Comigo aconteceu num MacBook com Western Digital de 320 GB…
As listas de discussões de Mac tem várias mensagens dando os mais diversos palpites, mas até o momento não há uma causa identificada.
Porém, eu experimentei uma solução de contorno que funcionou: criei uma cópia do DVD de instalação num Pendrive de 8 GB, forcei o boot por ele e a instalação funcionou 100%.
O “Beco do Batman”, que parece mais um trem-fantasma a céu aberto, é uma ruazinha estreita de curvas fechadas, com as paredes das casas cobertas de grafites.
É comum você chegar lá num sábado e encontrar turmas de cursos de fotografia ou cinema aproveitando o visual bem diferente do local!
Passe lá numa tarde, antes de você almoçar por ali por perto, mesmo, na Rua Harmonia…
Fotos:
Beco do Batman - Vila Madá
Gincana: encontre este vaso!
No Google Maps: ”Rua Gonçalo Afonso, Pinheiros, Sao Paulo, SP”
Beco do Batman - Rua Gonçalo Afonso
Para chegar lá pela Rua Henrique Schaumann (por exemplo, saindo da Praça Benedito Calixto):
Beco do Batman, pela Henrique Schaumann
Para chegar pela Rua Pedroso de Moraes, subindo a R. Inácio Pereira da Rocha:
Programa legal prum sábado em Sampa: a Feira da Praça Benedito Calixto.
Funcionando aos sábados, das 9 às 19h desde 1987, a praça reúne mais de 300 artistas e comerciantes de antiguidades.
Estou me referindo a um mundo de coisas: livros, equipamentos de som, discos, roupas, uma infinidade de objetos de decoração antigos e novos… Só indo lá pra ver…
Ah! E se você está procurando um presente diferente, com certeza você vai achar algo.
E pro almoço você pode experimentar a praça de alimentação local, ou entrar na disputa por uma mesa num dos restaurantes das redondezas. Parece que o mais famoso é o Consulado Mineiro.
Uma foto, pra você ter uma idéia:
Veja mais fotos no meu álbum do Flickr:
(atualização: link para meu álbum do Flickr)
No Google Maps: “Praça Benedito Calixto, São Paulo, SP, BRA”
O grupo Beirut está no Brasil com seu som “fusion”, que mistura cores do oriente médio com trompetes mexicanos, música dos campos da Hungria, acordeão invocando “chanson francaise”, que lendo assim parece estranho, mas indubitavelmente caiu no gosto de um público que lotou a Via Funchal em São Paulo!
“Ei, mas esse blog não era de música clássica???”. Sim, vou chegar lá agora…
Eu costumo dizer que no período entre o século XVI e meados do século XX os músicos ocidentais exploraram e esgotaram todas as possibilidades melódicas e harmônicas.
Em um pouco mais de 300 anos a música “explodiu”! Se libertou das amarras da Igreja, desenvolveu timbres inéditos, agrupou instrumentos formando orquestras de diversos portes e estilos, organizou estruturas musicais específicas para complementar encenações teatrais e criou “pop stars” como Franz Liszt e Nicoló Paganini, os primeiros ídolos!
Todo esse desenvolvimento foi liderado por pouquíssimos países da Europa ocidental: Alemanha (na pole position), Itália e França foram os principais, que lideraram a cena até o final do século XIX, quando houve uma espécie de “rebelião” - surgiu o Nacionalismo, no qual compositores de diversos países se propuseram a mostrar a música de suas terras. Rússia, Finlândia, Hungria, Espanha e mesmo o Brasil se apresentaram neste contexto.
Pois bem… no início do século passado surgiu também o Modernismo, trazendo uma nova estética, só que a partir da segunda metade do século XX parece que a música clássica “morreu”. Não havia muito mais o que inventar, tirando talvez experimentos com novos sons e instrumentos, o que realmente foi feito com música eletrônica, música atonal e outros movimentos isolados.
Hoje mal se fala de música clássica com compositores vivos! Há alguns compositores excepcionais, mas sinceramente não apresentam nada de novo… parecem românticos tardios, dos anos 1940…
Há quem diga que a “saída” da música clássica está nos ritmos de culturas localizadas, especialmente as africanas, e a música oriental, que usa uma versão diferente dos princípios das sete notas com doze semitons, que o Arquimedes iniciou lá na Grécia antiga…
Eu não tenho visto muitas iniciativas de resgate na música clássica, mas sim na música “pop”! Grupos como o Beirut e o Ruby Suns estão nos lembrando os tais sons mais folclóricos, produzindo música inédita.
Dá a impressão de ser um novo nacionalismo, no sentido de resgate de música nacional, mas sem esquecer que hoje o mundo é pequeno! Músicas locais convivendo harmoniosamente, no que eu chamaria de “Globalismo”.
Agora, precisamos de compositores talentosos assim para elevar este conceito a um patamar mais erudito, para ser considerado movimento artístico musical…
Vamos combinar assim: à medida em que eu conhecer mais iniciativas de “música globalista” vou indicando em outros posts, ok?
Desta vez não incluirei uma foto de minha autoria, mas um video publicado no YouTube, mostrando o performer alemão Klaus Nomi interpretando a ária “What Power Art Thou”, mais conhecida como “The Cold Song”, por causa do personagem da ópera barroca King Arthur, de Henry Purcell, cantando tremendo de frio, repetindo sílabas dos versos do libreto: “Me deixe morrer congelado…”. E a orquestra também parece estar com frio! Escrita no século XVII, estreou por volta de 1690 (não se sabe ao certo quando).
Saiu uma nova versão do iTunes, trazendo, além de alguns itens de perfumaria, uma novidade bem-vinda pra quem, como eu, tem um monte de aplicativos no iPhone.
Lembra o trabalhão que dá rearranjar os apps nos diversos painéis do iPhone? Pois bem, seus nossos problemas terminaram!
Agora no iTunes 9, é possivel arrastar e soltar os apps no iPhone, redistribuindo-os de maneira rápida e fácil!
Veja a tela a seguir…
Rearrume seus painéis facilmente no iTunes 9.
O iTunes mostra preview de cada um dos painéis à direita, e ao centro o painel “atual”, a partir de onde pode-se arrastar apps de e para ele!
Quem escreve é João Luis, um amigo de longa data, com quem trabalhei no abduzido Banco Nacional, e que uma vez deixou um depoimento no Orkut sobre mim em junho/2005, que guardo com carinho e compartilho com vocês…
Sempre disse à minha esposa que eu conheci apenas 2 (dois) melômanos além de mim mesmo. Melômano, para quem não sabe, é apreciador inveterado de Música, em especial, daquela que se costuma inadequadamente chamar de “Clássica”.
O primeiro deles foi exatamente o Marlon, que não vejo há sei lá quantos anos. Saudades das eruditas disquisições musicais que travamos sobre os grandes nomes e as grandes obras da Grande Música. Haja grandeza! Quisera voltassem…
A Grande Música, assim como as Grandes Letras são alimentos insubstituíveis para certas estirpes de espíritos.
Esse é o estilo editorial dele…
Parabéns pelo blog e espero que continue postando muitas matérias!
Ah sim! A “regra” aqui é incluir uma foto de minha autoria em todo post!
Cláudio Micheletti executando brilhantemente a Tzigane, de Ravel.
Quem transita pelas avenidas mais movimentadas do Itaim nos finais de semana já deve ter visto esta figura:
Ele passa o dia todo numa esquina movimentada com algum terno de tons cítricos (geralmente…) e óculos escuros, posando ao lado de seu carro amarelo, para ser visto.
Por conta disso, ele já fez pelo menos um comercial pra TV, e de vez em quando aparece em reportagens sobre São Paulo. Quando eu tirei essa foto, ele me contou que já foi visto num daqueles filmes que passam em avião mostrando a cidade de destino. Ainda segundo ele, teria sido num vôo Paris-São Paulo.
A Revista de Folha fez uma reportagem sobre ele, e o texto pode ser encontrado no site do Cemp (Centro de Estudos em Psicologia), em http://cemp.com.br/artigos.asp?id=71.
Como eu sou um aficcionado em dispositivos móveis, tenho testado ferramentas para facilitar a navegação deste site, e uso meu iPhone para testar os resultados.