Mar 04

Estava eu no Rio Grande ontem, 3/3/13, na BR116, descendo a serra gaúcha a caminho de Porto Alegre, quando vi na estrada uma grande placa amarela com letras pretas:

“CUIDADO / Tachões no eixo”

Minha primeira reação foi imaginar que algum bicho grudou no eixo da frente da moto e estava prestes a morder minha perna…

O que seria um tachão?

Mais à frente outra placa e eu não entendia o que seria aquilo…

Na terceira placa eu recebi mais um dado importante – eu seria apresentado a tachões no eixo a 150m. Finalmente vou descobrir o que significa!

Mentalmente esperei os 150 metros e surgiu uma curva perigosa, com aqueles refletores chumbados na faixa central da estrada, que tem objetivo de impedir ultrapassagem.

Ará! O eixo é a faixa central, que divida as duas mãos da estrada, e os tachões são aquelas peças que às vezes chamamos de olhos-de-gato.

O nome é esse mesmo, especificado na ABNT e tudo…

 

Eu achando que era parte do dialeto gaudério, tchê!

 

Atualização: um breve video mostrando a bela serra gaúcha e seus tachões ;)

 

 

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Jun 20

Esse negócio de ver lavandas em flor é bem interessante, bonito, cheiroso e tal…

 

 

Mas repare na foto acima quem também acha isso muito cheiroso…

Não viu?

Mais uma dica abaixo:

 

 

E tem bem mais, de onde vieram esses… Todos com caras de poucos amigos…:

 

Essas abelhas devem comer croissant com manteiga e Toddinho no “petit-déjuner” :)

Enfim… É melhor ver de longe.

 

 

 

 

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Jun 19

Oitava cidade de França, é uma das poucas no país sem herança gaulesa nem romana, e uma das poucas do sul que não foram fundadas pelos gregos. Assim, omiti eventuais “apelidos” latinos, ao contrário dos nomes autênticos de Toulouse e Carcassonne citados em posts anteriores…

 

Bom, explicado o título deste modestíssimo artigo, e agora metido a especialista em urbanismo, vamos ao que mais me chamou atenção – o plano do centro da cidade.

Montpellier tem um centro histórico com prédios que me parecem ser do século XIX, inspirados no que o Barão Haussman fez em Paris por volta de 1850, mas com traços mais rebuscados que me fizeram lembrar de New Orleans, nos EE.UU.

Nas fotos seguintes, a Place de la Comédie:

 

Separado por um “shopping center” com FNAC, Galeria Lafayette, Celio, Orange etc. está “La Antigone”, um complexo de prédios comerciais, centros de artes, esportes, hotéis, restaurantes e lojas cercando uma área ampla, com praças, aluguel de bicicleta, chafarizes e verde, que se estende até o rio Lez:

 

 

 

No “Google Map” abaixo marquei em amarelo a área da Antigone e em azul o centro velho por onde caminhei por horas, nesta tarde de 19/julho/2012…:

As semelhanças são mais impressionantes do que as diferenças:

Não há carros circulando nessas áreas. Avenidas circundam os complexos para que os carros se aproximem, mas tem que ficar estacionados num dos vários estacionamentos subterrâneos. Na foto a seguir, o Peugeot 207 SW que eu aluguei, estacionado sob a Antigone:

As motos e bicicletas podem dividir o espaço das ruas com os bondes e trenzinhos para turistas, mas sempre perdem prioridade para os pedestres!

E a Polícia está lá sempre presente fazendo seu trabalho.

Pelo que eu entendi, este conjunto todo é chamado de “Montpellier Agglomeration”, como está escrito no bonde da foto:

 

Eu imaginei o centro de São Paulo assim. Que inveja!!!

Seria bom se os candidatos das próximas eleições (e os eleitores também!) fizessem um “tour” por aqui para entender o que, como foi feito, o que não funciona bem e outras questões úteis que possam ajudar nossa cidade a ser considerada minimamente civilizada…

 

P.S.: Eu não sou nenhum especialista em urbanismo nem arquitetura nem história – apenas coloquei aqui minhas impressōes de algumas horas na cidade, comparadas com a cidade onde eu vivo atualmente.

 

 

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Jun 19

Os romanos começaram a fortificar a colina por volta do ano 100 A.C., tornando-se uma passagem importante entre a “província” (Provence) e a Ibéria.

Passou pelas mãos dos visigodos, foi atacada pelos sarracenos e conquistada pelos francos, pelo famoso Rei Clóvis.

A partir de 1209, quando os cátaros occitanos foram expulsos, a cidade tornou-se parte do reino da França e fazia fronteira com o reino de Aragão.

Após a Guerra dos Cem Anos, quando os ingleses tentaram em vão conquistá-la em 1355, sua importância militar foi diminuindo.

Hoje Carcassonne é Patrimônio da Humanidade e é muito bem preservada e explorada.

Lembro quando fui a Rasnov, na Transilvânia, em abril de 2011. A comparação era inevitável, quando caminhava pelas vielas de Carcassonne e reparava nas pousadas, bares e restaurantes instalados dentro de suas muralhas, enquanto que Rasnov está praticamente abandonada… uma pena…

Abaixo, rua de Carcassonne e suas lojas.

 

Abaixo, a parte mais bem preservada de Rasnov, Romênia.

 

Outras curiosidades sobre Carcassonne: a cidade serviu de cenário para o Robin Hood de Kevin Costner e inspirou um jogo de tabuleiro muito legal.

Aliás, foi a partir da versão do jogo para iPad que eu ouvi falar da cidade e fiquei com vontade de conhecê-la:

 

Não custa lembrar: a Transilvânia também merece uma visita!

 

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Jun 19

A Cidade dos Tijolos Vermelhos tem no seu marco zero – a Praça do Capitólio – uma Cruz Occitana.

A cruz tem 12 pontos, cercando os “braços”:

 

Em cada um dos “pontos” há um signo do zodíaco, todos numerados, como este Sagitário, número 4:

O Leão é o mais bonito:

Aliás, há várias inscrições na “língua de Oc” por aqui, como esta placa na porta da Basílica St.Sernin:

 

Gostei muito da Pont Neuf no Rio “Garrone” (La Garonne)…

 

Tem mais fotos e curiosidades de Toulouse. Aguardem!

 

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Jun 13

Recém-lançado, este plugin promete facilitar a integração entre blogs WordPress e Facebook.

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